"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém,
posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... e ter paciência para que a vida faça o resto.

(William Shakespeare)

EU

Desculpem-me se por ventura encontrarem erros por aqui.

Sou um ser em construção, em constante movimento de transformção e evolução.

Sou um ser humano.

Aqui você pode Copiar e Colar

Aqui você pode Copiar e Colar
mas vale também comentar e os devidos crédidos dar.

sexta-feira, 8 de abril de 2016






quarta-feira, 9 de março de 2016

Informátic@ para os pequenos
Saiba como fazer uso da tecnologia a favor do aprendizado dos pequenos
Muitas escolas trabalham a informática com seus alunos desde cedo, a contar do maternal. Embora possa parecer apressado, esse contato com o universo digital, se bem planejado, pode oferecer muitos benefícios do ponto de vista pedagógico. "A tecnologia no ensino infantil pode ser de uso diário e, sem dúvidas, agrega conhecimento", afirma Maria Cristina Fernandes, coordenadora de tecnologia na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I do Colégio Rio Branco, em São Paulo. Quando utilizada como ferramenta para o processo de aprendizagem, a informática possibilita aulas mais dinâmicas e motivadoras, que envolvem os alunos para novas descobertas, uma vez que gera curiosidade e socialização.
No entanto, vale lembrar que não se pode deixar os pequenos conectados à maquina o dia todo. Trata-se, isso sim, de um recurso extra, para lhes proporcionar diversão e novidade, mas que jamais substitui outros materiais didáticos, como lápis de cor, giz de cera, pincel, guache etc. "A informática não pode ser um fim total; não queremos a criança presa à tela, apenas usar essa ferramenta nas atividades", pontua Rosana Ziemniak, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Magister, unidade Júnior, também na capital paulista. Veja a seguir outras orientações.
Em sala de aula
Uma aula de informática deve procurar resgatar o conteúdo que está sendo trabalhado no dia a dia. "Com crianças de 6 anos, por exemplo, já trabalhamos a revisão de texto no editor, lidamos com gráficos, criamos histórias e desenvolvemos a escrita. A pesquisa também fica mais fácil. Na aula, eles já podem buscar novas informações, seja para verificar um mapa ou descobrir sobre um animal", conta Maria Cristina. Todo o conteúdo pedagógico é trabalhado por meio de jogos, brincadeiras e situações-problema. "Os exercícios trazem situações de vivência. São brincadeiras para que a criança chegue mais próximo ao assertivo, como jogo da memória, palavras cruzadas, formação de frases, entre muitas outras", enumera Rosana. É bom salientar que as atividades no computador não substituem outros recursos essenciais na alfabetização, como a leitura de livros e a prática da escrita.
Universo digital
A informática é uma aliada ao ensino desde que utilizada de maneira correta. Para isso, as escolas contam com softwares específicos que colaboram com o aprendizado. "Como as crianças já nascem estimuladas ao uso da tecnologia, percebemos a necessidade de usar softwares em que elas são autores e protagonistas. Então, lançamos mão de programas em que elas possam escrever, desenhar, gravar, filmar etc.", conta Maria Cristina. Eles são desenvolvidos especialmente com o intuito de ser uma ferramenta de ensino e, por serem coloridos, musicais e bastante interativos, atraem a atenção dos pequenos. "O brincar é muito rico e ajuda na assimilação do conceito", comenta Rosana.
De olho no tempo
O uso do computador, em especial na idade infantil, deve ser dosado. O excesso pode trazer danos à visão e à postura e causar até mesmo lesões por esforço repetitivo. "A informática é um veículo de ajuda; não acreditamos que a criança deva usar por muito tempo. Como não podemos tirar a tecnologia da frente, é importante saber dosar para que possa contribuir com o processo de aprendizado", reforça Rosana. O tempo que as escolas disponibilizam para o contato com o mundo digital varia de 20 a 30 minutos por dia. "Além disso, essa faixa etária não têm muito poder de concentração", comenta. Mesmo que a turma esteja com alguma atividade encaminhada, pode-se parar e continuar do mesmo ponto no dia seguinte. Como muitos alunos têm acesso ao computador em casa, vale orientar os pais para que limitem o uso, como acontece em sala de aula.
Navegação limitada
Em algumas escolas, acessar a internet faz parte do trabalho com informática. No entanto, é preciso orientar as crianças desde o começo. "É função do professor mostrar a utilização adequada do computador. Então, se durante uma aula o aluno cai em algum site indevido, paramos a atividade e conversamos. Lembramos que na internet tem coisas boas e ruins e mostramos que uma foto ou texto daquele tipo não entra na escola. Depois disso, recomeçamos a atividade", elucida Maria Cristina.
Para navegar com as crianças
Veja alguns sites que rendem jogos e atividades educativas. Dica: visite-os antes, professor, para entender os caminhos e apresentá-los aos alunos com segurança.
 Brinque-Book www.brinquebook.com.br
 Cocoricó www.tvcultura.com.br/cocorico/ 
 Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônicahttp://www.maquinadequadrinhos.com.br/Intro.aspx
Para usar nas aulas
Conheça alguns programas recomendados e utilizados na Educação Infantil:
 Kid Pix Studio Deluxe: editor gráfico com recursos multimídia, que permite aos alunos construírem desde simples desenhos até pequenos projetos de autoria, envolvendo apresentações e animações.
 2 Simple: oferece uma coleção de atividades. 2animate: serve para desenhar, capturar ou digitalizar imagens; depois, a criança tem a oportunidade de assistir à sua própria animação. 2Create a Story: faz histórias animadas, insere imagens e sons. 2Paint: um programa muito simples de desenho e pintura. 2Go: ensina e explora direções. 2Graph: cria gráficos (em forma de barra e em pizza). 2Question: cria bases de dados de ramificação com as palavras e fotos.
 Alfacel: projeto de alfabetização acelerada apoiado em informática e multimídia. Tem por objetivo alfabetizar utilizando os recursos de multimídia de um microcomputador.
 A Casa do Franklin: com este programa, procura-se estimular o aprendizado de cores, formas, números, letras, teclas de direção (esquerda/direita/para baixo/ para cima) e, ao mesmo tempo, a concentração.
 Aurelinho: as crianças consultam os significados das palavras, verificam sua ortografia e aprendem brincando (literalmente) várias regras da língua portuguesa.

 Descobrindo Matemática (1/2/3/4/5): Na primeira parte são abordadas as Cores e Formas, interagindo com os diversos tipos de figuras geométricas. Na segunda parte, é a vez das Direções e Grandezas. No volume 3, a criança já é apresentada aos Números e Jogos Lógicos, estimulando ainda mais a memória e o raciocínio. O penúltimo volume apresenta Jogos de Raciocínio e o último, as operações de Soma e Subtração.

terça-feira, 1 de março de 2016

Educação Infantil: alie a tecnologia às descobertas

Veja como a tecnologia pode estimular novas experiências e contribuir para o desenvolvimento das crianças.
Segundo muitos educadores, é na Educação Infantil, considerada por eles como uma das principais fases do desenvolvimento humano, que as novas experiências devem ser incentivadas. Mas como aproveitar esse contexto no plano de aula, em um cenário onde as crianças estão cada vez mais imersas no universo das novas tecnologias?
    De acordo com o consultor pedagógico da Positivo Informática Tecnologia Educacional, Luca Rischbieter, por contarem com ferramentas com várias funcionalidades, como smartphones e tablets, os alunos acabam desenvolvendo as novas habilidades fora da sala de aula. “Eles estão construindo competências fora da escola que não estão sendo levadas em conta dentro dela. A escola tem que ser um espaço que estimula a cooperação e a abertura para o outro e as novas tecnologias são formidáveis para isso”, aponta o consultor.
                                                    
     Ensino colaborativo
  Para a professora do maternal, Nivalda Resende Franco Silva, do Colégio Nossa Senhora das Graças, de Patos de Minas (MG), o processo investigativo das crianças começa desde cedo. “As vivências concretas do cotidiano as levam a formar esquemas de percepção que as ajudam a antecipar o que é natural em situações da rotina”, afirma.
Nivalda utiliza como solução o Educacional, um conjunto de soluções que, em um ambiente virtual de aprendizado, integra tecnologiaconhecimento e ensino. O espaço incentiva a interação e a colaboração efetiva entre alunos e professores. “Procuro não desperdiçar nenhum conhecimento prévio das crianças. Por isso, fico ‘antenada’ aos interesses delas e procuro responder às perguntas aliando o Educacional aos momentos de pesquisa”, conta a professora.
                                                       
        Por onde começar?
 Para levar essa prática para dentro de sala, o passo inicial deve ser permissão de abertura para novas experiências. “Você tem que educar para abrir horizontes culturais e geográficos. As pessoas dentro da escola e os alunos têm que ter voz e vez”, orienta Rischbieter.
Na era digital, para encarar o desafio de viajar com os pequenos rumo ao mundo das novas descobertas, é preciso atenção e planejamento, começando pela definição das tecnologias educacionais a serem utilizadas e pela capacitação do educador para o uso das soluções junto aos seus alunos. Esse contato com o novo deve acontecer de modo gradativo, respeitando os limites dos alunos. “Quando trabalho com as crianças, não espero delas respostas bem elaboradas. Pretendo aguçar a curiosidade de forma agradável, significativa e lúdica”, explica Nivalda, que encara essa responsabilidade como algo prazeroso e desafiador.
                                                    
    Educar para a curiosidade
A importância dos novos experimentos também estimula o desenvolvimento de importantes habilidades como a motora e a escrita, além da autonomia e da linguagem, transformando o processo de ensino e aprendizagem em uma divertida fase de descobertas. “Apalpar, manusear, sentir, observar, explorar, investigar e perceber são ações educacionais imprescindíveis para que as crianças sejam educadas para a curiosidade”, pontua a professora.

·         ASSISTA AO VIDEO NO CANAL DO YOUTUBE

                                        https://www.youtube.com/watch?v=M7S7EknCeMg

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Lição de Sabedoria
Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo, passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios para minorá-los.
Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente deparou-se com o mapa do mundo em uma revista. Recortou o mapa em vários pedaços e junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
- Vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo despedaçado. Veja se consegue consertá-lo, mas faça tudo sozinho.
Pelos seus cálculos o filho levaria dias para montar o quebra cabeças e "consertar o mundo". Porém em alguns minutos o menino lhe chamou calmamente:
- Papai! Já terminei!
A princípio, o cientista não deu crédito as palavras do filho. Pois seria impossível a uma criança de 7 anos recompor o mapa do mundo em tão pouco tempo, ainda mais que jamais havia visto tal mapa.
Relutante o cientista levantou os olhos das suas anotações, certo que veria um trabalho digno de uma criança. Mas para sua surpresa o mapa estava perfeito. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia conseguido?
- Você não sabia como deveria ser o mundo meu filho, como conseguiu?
- Verdade pai, eu não sabia como deveria ser o mundo, mas eu vi, quando o senhor recortou a figura do mundo da revista, que do outro lado havia um homem, Quando você me deu o mundo para consertar eu tentei e não consegui. Foi aí que me lembrei do homem. Virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era.

Quando acabei de consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.