"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém,
posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... e ter paciência para que a vida faça o resto.

(William Shakespeare)

EU

Desculpem-me se por ventura encontrarem erros por aqui.

Sou um ser em construção, em constante movimento de transformção e evolução.

Sou um ser humano.

Aqui você pode Copiar e Colar

Aqui você pode Copiar e Colar
mas vale também comentar e os devidos crédidos dar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Folclore - Peça Teatral

Peça: O livro das Lendas...


A história começa com a dona benta fazendo tricô e Visconde lendo um livro na sala... e chegam Narizinho correndo e Pedrinho atrás dela.
Pedrinho: Me dá este livro Narizinho
Narizinho: Não dou, eu vi primeiro.
Pedrinho: Então eu pego.
Narizinho: Não pega.
A Emilia aparece.
Emilia: Nem seu, nem dele, seus caras de coruja o livro é meu.
Pedrinho e Narizinho gritam: Emilia devolva!!!
Ela toma o livro e senta do lado da Dona Benta.
Dona Benta: Parem crianças, parem de brigar!
Visconde: Vocês não preferem ver o que se esconde nesse livro?
Crianças: Sim....
Dona Benta: então sentem e deixem que o Visconde mostre.
Narizinho: Espera, Emilia joga um pouco de pó de pirlimpimpim para que os personagens saiam...
Pedrinho: Isso mesmo...olha o que aconteceu...
Saci: Olá...eu sou o Saci Pererê, uso um gorro vermelho, fumo cachimbo e tenho uma perna só, mas tenho que ir, pois vou proteger a natureza... e vou em um redemoinho.... Fuiii....
Curupira: Ele vai, mas eu já cheguei... também protejo a natureza, tenho cabelos de fogo e pés para trás e não tenho medo de cara feia, sou o Curupira e gosto de plantas e animais.
Visconde olha para o lado e vê Iara.
Visconde: minha nossa... acabei de ver uma espécie rara...vocês não vão acreditar...
Pedrinho: Será que não???
Iara: Crianças... esqueceram de mim?
Visconde: Pois olhem o que vejo é a Iara....não creio...
Iara: Sou eu mesmo, metade mulher, metade peixe... vivo pelas águas cantando e encantando a todos para o fundo da águas...
Narizinho: Como ela é bonita.
Emilia: Eu sou muito mais bonita, ela também tem cara de coruja.
Pedrinho: Emilia pare de ciúmes...
Emilia: Ciúmes eu, oras...
Visconde: Crianças nem comecem.
Dona Benta: Isso mesmo deixem as lendas e paz e vão brincar...
Emilia: Ah mas o livro é meu.
Ela pega e sai correndo...
Narizinho: Não é meu...
Pedrinho: Já peguei...
As crianças saem correndo.
Visconde: Devolvam já este livro, oras já foram.
Dona Benta: Deixe eles, pois naquele livro há muitas outras lendas para se achar, qual será a
próxima?
Visconde: Tem razão até outra história, tchau.
Dona Benta: Tchau... ai essas crianças...






segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Folclore

FOLCLORE
   Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes e tradições populares transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo. É comemorado no dia 22 de agosto.

   A palavra folclore vem do inglês folk lore. Folk quer dizer povo e lore, estudo, conhecimento. Portanto, folclore é o estudo dos costumes e tradições de um povo.
   O folclore brasileiro é rico em personagens mágicos. Esses seres que habitam o mundo dos mitos e lendas geralmente estão associados à natureza. Algumas dessas histórias chegaram aqui com os povos que colonizaram nossas terras, como os portugueses. Outras nasceram com os índios, súditos por excelência da mãe natureza. Há aquelas que são contadas há décadas e mais décadas sem que ninguém saiba ao certo como surgiram. Surgiram da necessidade que os povos tinham de explicar e justificar fatos e acontecimentos. Com características fantasiosas, impressionantes e surpreendentes, as lendas e os mitos foram o ponto de partida para os conhecimentos científicos.

   Conhecê-las é viajar pelo reino do folclore com o passaporte carimbado pela embaixada do sonho e da imaginação.

LENDALenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.

De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.

IARA
    Iara antes de ser sereia era uma índia guerreira, a melhor de sua tribo. Seus irmãos ficaram com inveja de Iara pois só ela recebia elogios de seu pai que era pajé, e um dia eles resolveram tentar matá-la. De noite quando Iara estava dormindo seus irmãos entraram em sua cabana, só que como Iara tinha a audição aguçada os ouviu e teve que matá-los para se defender e, com medo de seu pai,ela fugiu. Seu pai propôs uma busca implacável por Iara. E conseguiram pegá-la; como punição Iara foi jogada bem no encontro do rio Negro com Solimões. Os peixes a trouxeram à superfície e de noite a lua cheia a transformou em uma linda sereia, de longos cabelos e olhos verdes.
   Iara era, segundo outros, a deusa dos peixes.

LOBISOMEM

   Diz a lenda que quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse menino será um Lobisomem. Também o será, o filho de mulher amancebada com um Padre.
Sempre pálido, magro e orelhas compridas, o menino nasce normal. Porém, logo que ele completa 13 anos, a maldição começa.
   Na primeira noite de terça ou sexta-feira, depois do aniversário, ele sai à noite e vai até um encruzilhada. Ali, no silêncio da noite, se transforma em Lobisomem pela primeira vez, e uiva para a lua.
   Daí em diante, toda terça ou sexta-feira, ele corre pelas ruas ou estradas desertas com uma matilha de cachorros latindo atrás. Nessa noite, ele visita, 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7 encruzilhadas. Por onde passa, açoita os cachorros e apaga as luzes das ruas e das casas, enquanto uiva de forma horripilante.
   Antes do Sol nascer, quando o galo canta, o Lobisomem volta ao mesmo lugar de onde partiu e se transforma outra vez em homem. Quem estiver no caminho do Lobisomem, nessas noites, deve rezar três Ave-Marias para se proteger.
   Para quebrar o encanto, é preciso chegar bem perto, sem que ele perceba, e bater forte em sua cabeça. Se uma gota de sangue do Lobisomem atingir a pessoa, ela também vira Lobisomem.

TRAVA LÍNGUAS
Trava-línguas é um conjunto de palavras formando uma sentença que seja de difícil articulação em virtude da existência de sons que exijam movimentos seguidos da língua que não são usualmente utilizados.

Os travalínguas, além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir e provocar disputa entre amigos. São embaraçosos, provocam risos e caçoadas.

Exemplos de trava-línguas


Um ninho de mafagafos tem sete mafagafinhos, quando a mae mafagafo dá comida aos sete mafagafinhos, eles faem semelhante mafagafada que ninguém os mafagafaguifa
Se cá nevasse, fazia-se cá ski.
Fui ao mar colher cordões, vim do mar cordões colhi.
Uma aranha dentro da jarra. Nem a jarra arranha a aranha nem a aranha arranha a jarra.
A aranha arranha a rã. A rã não arranha a aranha.
Sobre aquela serra há uma arara loura. A arara loura falará? Fala, arara loura!

PARLENDA
Parlenda é uma forma literária tradicional, rimada com caráter infantil, de ritmo fácil e de forma rápida. Usada, em muitas ocasiões, para brincadeiras populares. Normalmente é uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, mas às vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a própria metrificação lhe empresta. A finalidade é entreter a criança, ensinando-lhe algo.

-Amanhã é domingo, pé de cachimbo.

O cachimbo é de ouro, bate no touro.
O touro é valente, bate na gente.
A gente é fraco, cai no buraco.
O buraco é fundo, acabou-se o mundo.

-Um, dois, feijão com arroz,

Três, quatro, feijão no prato,
Cinco, seis, falar inglês,
Sete, oito, comer biscoito,
Nove, dez, comer pastéis.

ADIVINHAS
As adivinhas, também conhecidadas como advinhações ou "o que é, o que é" são perguntas em formato de charadas desafiadoras que fazem as pessoas pensar e se divertir. São criadas pelas pessoas e fazem parte da cultura popular e do folclore brasileiro. São muito comuns entre as crianças, mas também fazem sucesso entre os adultos.


Alguns exemplos de adivinhas:
- O que é que é surdo e mudo, mas conta tudo?
Resposta: o livro

- O que é o que é que sempre se quebra quando se fala?
Resposta: o segredo

- Ele é magro pra chuchu, tem entes mas nunca come e mesmo sem ter dinheiro, dá comida a quem tem fome?
Resposta: o garfo

- O que é que passa a vida na janela e mesmo dentro de casa, está fora dela?
Resposta: o botão

- O que é o que é feito para andar e não anda?
Resposta: a rua

- O que é o que é que dá muitas voltas e não sai do lugar?
Resposta: o relógio

CANTIGAS DE RODA
Cantigas de Roda são um tipo de canção popular relacionada às brincadeiras de roda. Nesse sentido carregam uma melodia de ritmo limpo e rápido, favorecendo a imediata assimilação. Estão incluídas nas tradições orais em inúmeras culturas.


Sapo Jururu


Sapo Jururu na beira do rio
Quando o sapo grita, ó Maninha, diz que está com frio
A mulher do sapo, é quem está la dentro
Fazendo rendinha, ó Maninha, pro seu casamento


Ai, Eu Entrei na Roda

Refrão - Ai, eu entrei na roda
Ai, eu não sei como se dança
Ai, eu entrei na “rodadança”
Ai, eu não sei dançar

Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados só posso casar com um
Namorei um garotinho do colégio militar
O diabo do garoto, só queria me beijar

Todo mundo se admira da macaca fazer renda
Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda

Lá vai uma, lá vão duas, lá vão três pela terceira
Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira

Essa noite tive um sonho que chupava picolé
Acordei de madrugada, chupando dedo do pé


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Atividade sobre VERBO

1 – Leia:

Faz muito tempo que aconteceu
(trecho)
No dia da partida, houve grandes festas.
Pedrinho viu, do seu navio, quando o rei, Dom Manuel, se despediu do chefe da expedição, Pedro Álvares Cabral.
E esperaram chegar o vento.
E quando o vento chegou, as velas se enfunaram e os navios partiram.
E a grande viagem começou.
                                              Ruth Rocha

2 – Responda no caderno.
a) A que fato histórico refere-se o texto?
b) Que grande viagem foi essa?

3) Assinale a resposta certa:
* Os verbos destacados no texto foram conjugados no tempo:
( ) pretérito(passado) ( ) presente ( ) futuro

4) Leia.

Canção da Garoa

Em cima do meu telhado,
Pirulin lulin lulin,
Um anjo, todo molhado,
Soluça no seu flautim.

O relógio vai bater:
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando pra mim.

E chove sem saber por quê...
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin...
                          Mario Quintana

* Agora faça o que se pede:
a) Circule um verbo no pretérito
b) Sublinhe cinco verbos no presente.

domingo, 8 de agosto de 2010

Verbo

VERBO – Noções
Leia.
(trecho)

Amanheceu chovendo
Queria passear...
Fiquei esperando passar...
Ventava, relampejava, trovejava.
Continuava chovendo...
Esperava...
Esperneei, chorei, resmunguei, sosseguei.
(...)
...decidi desenhar, recortar, modelar, pintar.

Ana Paula Escobar e Freddi Paulichenco Loureiro

• Observe.
Fenômeno da Natureza - Relampejava                            
Ação - Chorei
Estado - Fiquei sossegada

• As palavras destacadas são VERBOS.
• VERBO é a palavra que indica fenômeno da natureza, ação, estado.

1 – Leia o poema e circule os verbos
As Tias
(trecho)

A tia Dora
Só namora.

A tia Cema
Teima que teima.

A tia Maria
Dorme de dia.

A tia Tininha
Faz rosquinha.

A tia Marta
Corta a bata.                            Elias José

2 – Agora com os verbos do poema, faça como o exemplo.
Namora – verbo namorar

quinta-feira, 5 de agosto de 2010